BOLETIM SEXTOY. VOCÊ
SEMPRE POR DENTRO DAS BRINCADEIRAS MAIS QUENTES DO MOMENTO.
Homem encaixotado, um dos prediletos Entre as centenas de brinquedos
sexuais oferecidos na SexToy, um dos que mais tem despertado interesse
nas brasileiras e nos brasileiros é o Man-in-a-Box. Esta ousada
invenção norte-americana, distribuída com exclusividade
no País pela SexToy, é composta de um suporte para pênis
artificial conectado a um motor e a mecanismos de movimentação.
Com ele, é possível simular em detalhes o balé da
penetração, inclusive controlando amplitude e velocidade
dos movimentos. Silencioso
e muito adaptativo, o Man-in-a-box vem tornando mais tórrida a
vida de casais e de solitários. "Sempre tive a fantasia da
dupla penetração, mas não queria incluir outro parceiro
além do meu marido em nossa cama", conta a publicitária
E.F., de São Paulo. "Quando vi o aparelho, tive certeza de
que ali estava a solução. A gente vem se divertindo a valer
e ainda descobriu todo um novo horizonte para seu uso a dois."
Técnica para alongar pênis -
Se você está entre os homens que ficam desgostosos ao tirar as calças e ver
que há muito pouco a oferecer lá dentro, uma opção
inteligente é o uso da tecnologia Penisextensor. Trata-se de um
aparelho de tração que, utilizado ao longo de três
a seis meses, permite aumentar o pênis em até
1,5 centímetro. Com o uso mais prolongado, o incremento vai a até
cinco centímetros. Nada mal, não? O aparelho, comercializado
pela SexToy, não tem contraindicações médicas
e, melhor, promove o crescimento tanto no comprimento quanto na espessura
do órgão. Outro detalhe importante: depois que o pênis
chegar às dimensões desejadas, não é preciso
mais usar o Penisextensor. Os resultados do tratamento são duradouros.
Mais charme nas algemas Como bem disse o escritor Charles Bukowsky,
há pouca coisa mais importante do que ter estilo. Para quem concorda
com ele, e não quer perder o estilo nem no amor, uma boa novidade
são
as algemas coloridas especialmente produzidas para brincadeiras na cama.
Com chaves e mecanismo de destravamento de segurança, estes acessórios
para lá de chiques agora são encontrados nas cores branca,
amarela, vermelha, preta e rosa nas prateleiras virtuais da SexToy.
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A
química do prazer
Há alguns meses, pesquisadores europeus anunciaram ter desenvolvido
uma fórmula matemática para determinar a felicidade. Alegria
dos jornais novidadeiros, a notícia foi recebida com desdém
pela comunidade científica. Afinal, a busca da felicidade e de seus
motivos é algo tão antigo quanto a própria humanidade.
Depois de séculos de investigações conduzidas por filósofos
e poetas, químicos e psicólogos, religiosos e meros curiosos,
fica difícil acreditar em simplificações como uma mera
fórmula, por mais complexa seja ela.
O anúncio da fórmula, porém, nada tem de fortuito:
desvendar os mecanismos da felicidade é, para a humanidade do século
21, assunto de primeira grandeza em um momento em que as pessoas buscam
fugir do estresse da civilização e redescobrir aquilo que
os franceses chamam de joye de vivre, o prazer da existência,
ou, em bom português, o tesão pela vida. E se há algo
que merece estar no ponto focal desta busca, essa coisa é o sexo.
Amor, paixão, prazer, tesão, seja lá como se queira
chamá-lo, o clamor do sexo é a razão natural da existência.
Engenhosamente construído pela natureza para permitir a perpetuação
das espécies, o sexo é resultado do refinamento de uma imensa
cadeia de processos físicos e químicos em cujo centro se encontra
o prazer. Com o perdão dos ascetas, aqueles seres que optam por se
isolar da existência terrena, não há vida completa sem
essa química que nos leva, aos humanos, a querer mais e mais experimentá-la.
"A mensagem da natureza é clara", diz a médica Janaína
P. de Azevedo. "Ela nos ensina que o segredo é brincar sempre,
intensamente, e com alguém que você gosta", revela esta
ginecologista de São Paulo interessada em, sempre que possível,
mostrar a suas pacientes que o caminho da boa saúde passa pela felicidade,
inclusive sexual.
Para a doutora Janaína, assim como para boa parte de seus colegas
de profissão, a explicação desta regra natural se esconde
atrás de algumas minúsculas partículas químicas
encontradas nos organismos de animais superiores. O destaque entre estas
partículas, chamadas peptídeos, fica com as endorfinas. A
mais especial entre elas, para a química do prazer, é a beta-endorfina.
Como outras de sua família, a b-endorfina foi descoberta e começou
a ser estudada em meados da década de 1970. Alguns cientistas, entusiasmados,
chegaram a chamá-la de "droga da felicidade".
E não é para menos. Esta pequena proteína afeta mecanismos
cerebrais que controlam o humor, a resistência ao estresse e à
dor, várias sensações de prazer e até o sistema
imunológico. Mas onde entra o sexo nesta lista? Segundo a doutora
Janaína, a atividade sexual está na base de tudo. Esta droga
natural relacionada ao bem-estar e ao relaxamento é especialmente
liberada durante o ato sexual. Além de ligada ao prazer de uma forma
geral, a endorfina melhora a circulação sanguínea,
ajuda a controlar estados depressivos e enche de alegria quem a tem no sangue
e no cérebro. Quase todo mundo já teve a experiência
de desatar a rir, de forma incontrolável e deliciosa, após
o sexo. A verdade é que quem está rindo são as endorfinas.
Embora mereçam papel de destaque na química do prazer, as
endorfinas não são os únicos hormônios produzidos
pelo corpo antes, durante e após o ato sexual. Há também
intensa produção de adrenalina, de testosterona, de estrogênio
e do hormônio do crescimento, entre vários outros. O resultado
deste caldeirão químico que começa a ser produzido
logo aos primeiros beijos e carícias é uma enorme lista de
benefícios a quem pratica sexo regularmente. Quem faz amor três
ou mais vezes por semana, segundo pesquisas científicas, promove
a diminuição de gorduras na barriga e nas nádegas,
através do hormônio do crescimento, fortalece os músculos
das pernas e dos glúteos, queima calorias e, acredite, rejuvenesce.
"Um casal com vida sexual ativa e orgasmos constantes, mantendo uma
dieta equilibrada, normalmente parece ter dez anos menos que pessoas da
mesma idade que não fazem bom sexo constante", diz Janaína.
Para ela, no entanto, a afetividade entre os parceiros sexuais é
básica nesta formulação. As escapadas e as traições
acabam agregando à química sexual componentes destrutivos
(o medo de ser descoberto, a ansiedade e o estresse) que podem comprometer
a liberação de endorfinas e os benefícios do sexo.
Algumas idéias corriqueiras sobre a química sexual são
olhadas com ceticismo pelos especialistas. Parte da comunidade médica
trata como mito, por exemplo, os chamados ferormônios. Eles seriam
"perfumes sexuais" muito sutis liberados pelos corpos dos amantes.
Sua existência é polêmica e não há concordância
a respeito.
Mas outras crenças populares são comprovadas pela ciência.
Por exemplo, a idéia de que cabelos e pele ganham viço e luminosidade.
Ao fazer amor, o corpo ordena funcionamento acelerado às glândulas
sudoríparas, que respondem liberando água e gordura. O corpo
fica leve e os poros, limpos. Já os cabelos são diretamente
afetados pelo estrogênio. Outra crença comprovada é
a que vincula sexo e emagrecimento. Em uma sessão sexual, a cada
20 minutos o corpo queima até 160 calorias.
Até para os dentes a cena romântica é saudável,
acrescenta o cirurgião-dentista Almir Capetti, de Rondonópolis
(MT). "Boca com pouca saliva é mais propensa, em longo prazo,
a desenvolver cáries", explica ele. "A boa notícia
é que quem beija bastante, todos os dias, produz mais saliva e, portanto,
tende a ter menos cáries. A receita é se manter apaixonado
e beijando sempre."
Para saber
mais
Dra. Janaína
Azevedo - email janaina@allameda.com.br
Dr. Almir Capetti - email alrimco@terra.com.br |