BOLETIM SEXTOY. VOCÊ
SEMPRE POR DENTRO DAS BRINCADEIRAS MAIS QUENTES DO MOMENTO.
Para os enamorados - O dia dos namorados está chegando
e, para quem não quer se arriscar a perder a data dando um daqueles
presentinhos mais do que batidos, a SexToy preparou algumas surpresas
que vão deixar seu amado, ou amada, em estado de graça.
Há opções para todos os gostos e bolsos. Para quem
anda curto de dinheiro, uma dica do tamanho certo é o Kit Convite
Sensual. Por apenas R$ 19,90, ele é composto por bolinhas tailandesas,
uma insinuante calcinha
de amarrar e dez sachês lubrificantes -- tudo isso em uma exclusiva
necessaire plástica da SexToy. Se pode gastar um pouquinho
a mais, uma opção é o Kit Atração.
Ele sai por R$ 32 e inclui DVD erótico, anel peniano e 20 sachês
lubrificantes exclusivos. Outra boa idéia é a das Cestas
Customizadas. Em três versões (duas de R$ 30 e uma de
R$ 58) , elas já vêm com alguns produtinhos bem especiais
e o restante é por conta da sua imaginação -- você
escolhe o que quer, até o valor do pacote, e tem uma cesta charmosa
e sob medida.
Escultores inspirados - Para compor a decoração do
seu quarto, já pensou em uma estatueta? Não, nada de cavalinhos
ou de bustos de músicos. A SexToy tem três esculturas muito
mais interessantes e de acordo
com o seu estilo de vida. Dê uma checada na perfeição
e no bom-humor das estatuetas Camareira, Mulher Sado e Escrava
do Sexo. Além de ser uma boa idéia para um auto-presente,
as esculturas eróticas podem se transformar no início de
uma pra lá de excitante coleção. Vale conferir.
Não saia de casa sem ele - Se você o tem na bolsa
ou no bolso não vai mais reclamar da falta de imaginação
em seus encontros amorosos. O Dadinho Erótico da SexToy
oferece seis posições sorteáveis para você
imitar -- jogue e deixe o acaso escolher desta vez. Além de divertido,
o dado é chique, produzido em madrepérola e com desenhos
inspirados nas ilustrações a bico-de-pena de gibis antigos.
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Afinal, sexo emagrece?
Academias de ginástica lotadas, centenas de pessoas praticando cooper
ao mesmo tempo em pistas especialmente criadas por prefeituras, grupos de
night-bikers circulando com suas bicicletas pelas ruas de grandes
cidades. Parece que todo mundo resolveu cuidar da saúde. Para muitos
dos humanos deste início de século, a idéia de diversão
está cada vez mais ligada a algum tipo de atividade física.
A busca de qualidade de vida através dos exercícios ganhou
tal vigor que não há nada incomum em definir como "templos
do corpo" as academias que vicejam em cidades de qualquer ponto do
planeta.
Nada contra as academias, mas se há um verdadeiro templo para o corpo
este se localiza longe das esteiras e dos aparelhos de musculação.
Ele está, mais exatamente, nas camas. Isto é, nas camas de
quem não as utiliza apenas para dormir. Várias pesquisas demonstram
que o sexo é um excelente aliado da boa saúde. E a constatação
não é exatamente nova. Há poucos anos, o Hospital das
Clínicas de São Paulo revelou o resultado de um levantamento
feito com 300 mulheres ao longo de 1996 a 1998. A detida análise
dos resultados mostrou que as mulheres com boa vida sexual tinham índices
menores de doenças do coração, de diabetes e de quadros
de hipertensão que aquelas sem bom sexo cotidiano. Mais ainda: as
sexualmente felizes tomaram menos medicamentos e se mostraram mais aptas
a enfrentar com bom humor as dificuldades, inclusive no trabalho. Os resultados
valem igualmente para os homens, como provam outros estudos realizados recentemente.
Pode parecer exagero, mas até para a perda de peso a atividade sexual
vem sendo indicada. Esta é uma das idéias defendidas no livro
Guia para perder peso fazendo amor, de Richard Smith. Na obra, Smith
não só sugere dietas especiais para as horas vizinhas à
do sexo como ainda elenca mais de 1,2 mil respostas a questões ligadas
aos prazeres da cama (ou do sofá, do elevador, da banheira....).
Mas será mesmo
possível que o sexo rivalize com a prática da ginástica?
A julgar pelo que se lê no guia de Smith e em dúzias de publicações
espalhadas pelas bancas de revistas, a resposta parece ser "sim".
Os dados são claros: durante uma relação sexual, uma
pessoa queima de 100 a 120 calorias a cada 20 minutos. O dispêndio
calórico pode ser ainda maior, dependendo da disposição
física dos parceiros, batendo nas 400 calorias para os mais movimentados
e demorados.
Soa como pouco?
De fato, não é. Queimar 400 calorias é o que se consegue
andando em ritmo normal durante 50 minutos. Isso sem contar que uma boa
transa ainda fortalece músculos e ajuda o corpo a evitar doenças.
Parece incrível, mas fazer amor auxilia o sistema imunológico.
Uma das provas está no livro Superimmunity, escrito pelo psicólogo
e pesquisador Paul Pearsall, da universidade norte-americana de Columbia.
Nele, o estudioso mostra que a descarga de hormônios que ocorre durante
o ato de amor aumenta a produção de células destinadas
a combater bactérias e vírus.
Sendo assim, por
que não trocar a dispendiosa e nem sempre prazeirosa academia por
algumas boas horas de pura cama? Há alguns indicadores de que o melhor
caminho é uma soma equilibrada dos dois -- fazer bastante amor e
praticar exercícios anaeróbicos.
A questão
da perda de peso em decorrência do ato sexual é exemplar. Embora
seja comprovado que uma razoável performance sexual queime suas 200
calorias, é preciso ter em mente que basta comer um bombom e tomar
uma cervejinha após a brincadeira para recuperar as mesmas 200 calorias.
Ou seja, se o intento é usar o sexo como arma contra a obesidade,
o segredo é manter a boca fechada -- antes e depois do amor. Mais
ainda: queimar gordurinhas nas estripulias sexuais é coisa para atletas,
se tanto. Isso porque para consumir um mínimo de gordura é
necessário praticar mais de uma hora de sexo bem movimentado por
dia.
Ainda assim, fica
difícil acreditar que a prática sensual não queime
excessos de gorduras quando se vê casais de namorados recém-conhecidos
emagrecendo em poucas semanas. A conexão que se faz é óbvia
-- eles transam muito e estão perdendo peso justamente por isso.
Não é o que pensam especialistas da medicina. Para muitos
deles, o caso tem mais ligação com a paixão que com
o sexo. Melhor dizendo, os apaixonados estariam tão focados em seus
amados que tenderiam a diminuir o interesse por quaisquer outras coisas
-- entre as quais a comida. O estado passional, então, levaria a
uma espécie de regime quase que inconsciente e, daí, ao emagrecimento.
Seja como for,
é difícil acreditar que alguém vá para a cama
com seu parceiro apenas para perder peso. Se a pessoa que está ao
lado é a certa, não vão ser alguns quilinhos a mais
ou a menos que farão a diferença.
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